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	<title>Comentários em: Melhores alunos premiados</title>
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	<description>Aldeias de Memória</description>
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		<title>Por: Maria Elisa gomes</title>
		<link>http://www.aldeiasdememoria.com/2010/09/melhores-alunos-premiados-2/#comment-362</link>
		<dc:creator>Maria Elisa gomes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 20:02:22 +0000</pubDate>
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		<description>Há 65 anos nasci nos Pardieiros, saí da Aldeia com 1 ano de idade e voltei aos 8 anos a passeio. Aos 9 anos de idade vim para o Brasil e retornei após 56 anos aos Pardieiros a passeio, fiquei encantada com a aldeia toda de pedra, com os seus 386 habitantes, a capela que toca o sino a cada meia hora a Ave-Maria,(n.s. Fátima) começa as 6,hs tocando de hora em hora até as 22 hs completando toda a música.
Nasci no Beco das Moitas sou prima direita do Manoel Joaquim, Fernando marido da Lourdes,Maria da Encarnação etc lado paterno, e materno Arlete que não estava na terra como os outros primos também que lá não estavam. Pardieiros para mim é um romance onde as andorinhas com suas capas negras azuladas gorjeiam esvoaçando baixo nos encantando, as pombas rola namorando em cima dos telhados, flores muitas flores coloridas no meio da agricultura, vinhas para todo lado e oliveiras tambem fazendo presença nas ruas e por todo lado que a vista alcança. A neblina da manhã entre os pinheiros que exalam seu perfume e o cantar solitário do pássaro preto nos leva a meditar sobre essa terrinha que eu vivia sempre a sonhar. O silêncio se faz sempre presente dando um tom de abandono a Aldeia , de vez enquando passa um ou outro vindo da terra para almoçar, fazer a cesta e retornar ao trabalho, o que mais me chamou a atenção foram essas maravilhosas mulheres portuguêsas batalhadeiras, corajosas que vão em frente sem medo do trabalho árduo diário de domingo a domingo que alem de cuidar da casa da família ainda teem a responsabilidade das terras e dos animais, pois seus maridos vão para outros paízes trabalharem para ganhar um pouco mais. As mãos  calejadas  da enxada e de tanto trabalho, verdadeiras mulheres  falam o que pensam,  mulheres de ação, esta é a minha Aldeia, minhas raízes minha gente com muito orgulho nasci nessa terra  Pardieiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há 65 anos nasci nos Pardieiros, saí da Aldeia com 1 ano de idade e voltei aos 8 anos a passeio. Aos 9 anos de idade vim para o Brasil e retornei após 56 anos aos Pardieiros a passeio, fiquei encantada com a aldeia toda de pedra, com os seus 386 habitantes, a capela que toca o sino a cada meia hora a Ave-Maria,(n.s. Fátima) começa as 6,hs tocando de hora em hora até as 22 hs completando toda a música.<br />
Nasci no Beco das Moitas sou prima direita do Manoel Joaquim, Fernando marido da Lourdes,Maria da Encarnação etc lado paterno, e materno Arlete que não estava na terra como os outros primos também que lá não estavam. Pardieiros para mim é um romance onde as andorinhas com suas capas negras azuladas gorjeiam esvoaçando baixo nos encantando, as pombas rola namorando em cima dos telhados, flores muitas flores coloridas no meio da agricultura, vinhas para todo lado e oliveiras tambem fazendo presença nas ruas e por todo lado que a vista alcança. A neblina da manhã entre os pinheiros que exalam seu perfume e o cantar solitário do pássaro preto nos leva a meditar sobre essa terrinha que eu vivia sempre a sonhar. O silêncio se faz sempre presente dando um tom de abandono a Aldeia , de vez enquando passa um ou outro vindo da terra para almoçar, fazer a cesta e retornar ao trabalho, o que mais me chamou a atenção foram essas maravilhosas mulheres portuguêsas batalhadeiras, corajosas que vão em frente sem medo do trabalho árduo diário de domingo a domingo que alem de cuidar da casa da família ainda teem a responsabilidade das terras e dos animais, pois seus maridos vão para outros paízes trabalharem para ganhar um pouco mais. As mãos  calejadas  da enxada e de tanto trabalho, verdadeiras mulheres  falam o que pensam,  mulheres de ação, esta é a minha Aldeia, minhas raízes minha gente com muito orgulho nasci nessa terra  Pardieiros.</p>
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